Por Onde Anda - Baslio Villani

30/10/2013

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'Por Onde Anda' publicado no jornal Fator A, edição 14, em agosto de 2007.

Durante a realização dos campeonatos internos de futebol no Bamerindus, muitos colegas acabaram recebendo apelidos, vários dos quais divulgamos no Fator A de março de 2005. Estamos relembrando aqui o apelido do Basílio Villani nos campos de futebol apenas para chamar a atenção dos amigos Apabeanos e homenagear nosso colega.

Quem não conheceu o Basílio nos bons e velhos tempos bamerindianos? O Basílio nasceu em Baurú (SP) e iniciou sua carreira no Banco no final de 1959, então com 19 anos, na Agência de Santo Antonio da Platina (PR). E por onde ele anda?

Afinal, o Basílio foi não só o incentivador de criação da Apabam na sua época de deputado federal, mas também o principal articulador da hoje realidade que vivemos como apabeanos. A ele devemos muito.

E para relembrarmos algumas partes de sua vida, cumprimentá-lo, e saber de suas atuais atividades, nossos colegas Osvaldo Patrão, Antonio Rubinê Abrão, Audinir Poitevin, Alcion Sponholz, e Clayton Karam, representando o Fator A, foram entrevistá-lo.

O Basílio no Bamerindus

Fator A: E aí Basílio, como foi seu início de carreira no Banco?

Basílio Villani: Fiquei em Santo Antonio da Platina até 1961, ano em que me casei com a Precides. Aí fui transferido para Bonsucesso, na função de contador. De lá, como chefe de seção da Matriz, passei a substituir os contadores (chefes de serviço) como foi o caso em Guaíra e em Cascavel. Como pedi demissão num certo momento e para que não saísse do Banco, propuseram minha transferência para Wenceslau Braz, já que ficava próximo de Santo Antonio da Platina.

Em 1963 fui transferido para Taboão da Serra, como gerente, onde fiquei pouco tempo, e de lá fui para a Lapa. De lá fui transferido para São Paulo (capital), já então como Inspetor.

Fator A: Ser Inspetor não era fácil, não é?

Basílio: Pois é, na Inspetoria acabei ficando estressado, e por isso pedi ao seu Avelino para voltar para o interior. Eu queria ir para uma cidade que tivesse um rio onde pudesse pescar lambari e que passasse dentro da cidade. Assim me transferiram para Mafra (SC).

De lá acabei indo para Andirá, Campo Mourão e, em 1969, fui para a administração central, em Curitiba, de volta na inspetoria. Porém, após passar por várias unidades (inclusive presidindo e reformulando a Associação Bamerindus), quando ocorreu uma das reorganizações do Banco, assumi o Derac. Do Derac fui para a área de Produtos, e de lá sai para me candidatar a Deputado Federal, em cuja missão fiquei até me aposentar.

O Basílio e a Apabam

Todo o histórico de participação e apoio do Basílio na constituição da Apabam encontra-se em nosso site na Internet.

Tudo começou no então escritório político do deputado Basílio Villani, no dia 07 de abril de 1997, quando se reuniram 16 bamerindianos com ele. E exatamente dele nasceu a idéia de que fosse constituída uma entidade que pudesse representar os apabeanos assim começou a história da Apabam, que neste ano completou 10 anos de existência.

E o Basílio por onde anda atualmente?

Sente falta dos amigos. Só tem certeza que nós ganhamos muito com a Apabam, que está em boas mãos. O Basílio está morando em Vila da Glória, Distrito de São Francisco do Sul, litoral de Santa Catarina, e no momento está fazendo um esforço para emancipação da Vila. Diz ele: “riqueza não leva a nada. Hoje eu tenho absoluta certeza que sou um cara feliz”.

“Hoje, quando vi vocês, me lembrei de meus filhos. Vocês são meus filhos”.

E assim terminou emocionado a entrevista: “O mais importante hoje em dia é a felicidade interior de cada um”, Basílio Villani.

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Augusto Gonçalves

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